domingo, 23 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Nova tecnologia do MIT pode tornar Internet até mil vezes mais rápida

Segredo do sistema estaria dentro dos roteadores, que substituem os sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles, pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.
De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos. Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego. Esse processo consome tempo e energia.
Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.
“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia do MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.
No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros com a nova tecnologia do MIT.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

Bluetooth 4.0 recebe aprovação e já pode ser utilizado pela indústria

Aperfeiçoamento da tecnologia enfatiza o funcionamento com pouca energia; equipamentos serão capazes de operar por anos com uma bateria.

O Bluetooth Special Interest Group, grupo responsável por definir os padrões de comunicação por Bluetooth, anunciou, na última terça-feira (6/7), ter concluído o processo de aprovação de um avanço da tecnologia Bluetooth com ênfase no baixo consumo de energia, o que deve expandir ainda mais a presença da tecnologia sem fio em uma série de gadgets.

A nova especificação, chamada tecnicamente de Bluetooth Core Specification versão 4.0, abre mercados inteiramente novos para dispositivos que requerem baixo custo e baixa potência, criando uma evolução na tecnologia que permitirá uma infinidade de novas aplicações, "algumas que nós nem imaginávamos até hoje", afirmou o grupo, em um comunicado.

"Embora não pareça muito excitante, mesmo para os fãs de Bluetooth, esta nova versão inclui o recurso de Hallmark, uma tecnologia Bluetooth de baixo consumo de energia, que ajudará a dar início a uma nova geração de dispositivos sem fio, capaz de coisas incríveis", disse o diretor executivo do grupo Bluetooth Special Interest, Mike Foley.

"Alguns desses novos dispositivos de baixa energia serão capazes de operar durante muitos anos com uma única bateria, do tamanho de um pequeno botão", explicou Foley.

A capacidade de funcionar com tão pouco consumo - equivalente a 10% da energia usada por dispositivos clássicos - permitirá uma série novidades para produtos de todos os segmentos, desde esportes e fitness até saúde e entretenimento, como:

- Acompanhar e gravar os níveis de atividade e frequência cardíaca e peso;

- Sensores de Saúde, que coletariam informações vitais, tais como pulsação, temperatura e nível de glicose no sangue, para enviar, automaticamente, informações para um celular ou PC, permitindo que médicos e outros profissionais de saúde façam o controle remotamente;- Relógios capazes de controlar fones de ouvido wireless, celulares, e outros dispositivos portáteis, que permitirão ouvir música ou fazer chamadas telefônicas enquanto se trabalha, bem como acompanhar pulsação, velocidade e distância percorrida.

"A vantagem deste novo protocolo é que ele é totalmente otimizado para funcionar em sistemas com baterias mais fracas", disse a principal analista da West Technology Research Solutions, Kirsten West, em um relatório divulgado na semana passada.

Embora esteja apenas começando, esta nova tecnologia deverá dominar o mercado nos próximos cinco anos. Segundo Foley, os primeiros aparelhos devem começar a chegar neste outono, com uma inundação prevista para 2011.